Disco Voador UFO fragmento em Ubatuba

O estranho fenômeno UFO de Ubatuba

Em setembro de 1957, vários banhistas observaram um disco voador se aproximar da Praia das Toninhas, em Ubatuba (SP).

O objeto vinha numa velocidade incrível, e quando estava prestes a se chocar contra a água, deu uma guinada subindo em seguida. Foi quando explodiu em chamas e fragmentos sobre o mar, próximo aos banhistas.

Ubatuba
Ubatuba, local da queda do possível OVNI

Algumas testemunhas recolheram pedaços do objeto, constatando ser de um material leve, de aparência metálica. Uma das testemunhas que recolheu pedaços do objeto, enviou uma carta para o colunista do jornal O Globo, Imbrahim Sued, relatando:

“Como leitor assíduo do jornal, quero proporcionar-lhes um verdadeiro furo jornalístico a respeito dos discos voadores; se é que acredita na existência deles. Até alguns dias atrás eu mesmo não acreditava. Mas enquanto pescava na companhia de vários amigos, perto de Ubatuba, vi um disco voador aproximando-se da praia numa velocidade incrível, prestes a chocar-se contra as águas, quando, num impulso fantástico, elevou-se rapidamente e explodiu.


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“Atônitos, acompanhamos o espetáculo, quando o vimos explodir em chamas e fragmentos que mais pareciam fogos de artifício. Esses pedaços caíram quase todos sobre o mar, mas muitos caíram perto da praia, o que facilitou o recolhimento de uma parte do material tão leve que parecia papel.

Aqui, anexo uma pequena amostra do material, que não sei a quem devo confiar para análise. Nunca li artigos que relatassem sobre pedaços desprendidos de UFO`s, a menos que as autoridades militares tenham também impedido essas publicações.

Certo de que este assunto muito lhe interessará, mando-lhe duas cópias desta”. (Amostras do possível disco voador -- Imagens abaixo)

Três amostras dos fragmentos chegaram às mãos do ufólogo Olavo Fontes, que os encaminhou para análise. As primeiras análises foram feitas no Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério da Agricultura, sob responsabilidade de Luiza Maria Barbosa.

Os exames foram realizados através de espectrografia, que indicaram alta concentração de magnésio (Mg), e ausência de outros elementos na amostra. Outros exames realizados nas amostras indicaram alta concentração do elemento magnésio (Mg).

Novas Investigações sobres o Disco Voador

Em 2016, os ufólogos Edison Boaventura e Josef Prado realizaram novas investigações a partir de amostras de fragmentos doados por um filho de militar do exército.

Estas amostras foram analisadas no Laboratório de Análises Químicas, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, do Estado de São Paulo. Estas análises revelaram que as amostras tinham preponderância de magnésio, confirmando as análises já realizadas no passado.

O laudo do instituto pode ser acessado aqui.

As novas análises a serem realizadas nestas amostras são muito caras, portanto, os pesquisadores iniciaram uma campanha de arrecadação de fundos para a continuidade da investigação científica. Este é o link da campanha realizada pelos ufólogos, na época, (link da campanha):
https://www.catarse.me/analise_de_fragmento_de_ovni

Disco Voador UFO fragmento em Ubatuba
Fragmento do OVNI que explodiu em Ubatuba (SP)

Ubatuba praia onde caiu disco voador UFO
Praia das Toninhas, local onde ocorreu o Caso do OVNI de Ubatuba.


n1950.1 O estranho fenômeno UFO de Ubatuba
Fragmento do UFO que explodiu em Ubatuba (SP)

n1950.3 O estranho fenômeno UFO de Ubatuba
Fragmento do UFO que explodiu em Ubatuba (SP)

n1950.4 O estranho fenômeno UFO de Ubatuban1950.5 O estranho fenômeno UFO de Ubatuba
Imagem dos fragmentos vistos ao microscópio

1 O estranho fenômeno UFO de Ubatuba
Fac-simile do laudo de análise de um dos fragmentos recolhidos em Ubatuba (SP)

Pois os dias passaram, o pessoal conseguiu arrecadar o dinheiro e o resultado divulgado pela USP, dos fragmentos do possível disco voador, saiu.

Na análise de fragmentos de um alegado objeto voador não identificado (ovni/UFO), recolhido por moradores na praia de Toninhas em Ubatuba, São Paulo, em 1957.

Foi comprovado que os destroços, do possível disco voador, eram constituídos por magnésio com 99% de pureza.

Como na natureza não existe nada semelhante, logo pesquisadores concluíram que as peças vieram do espaço. O caso chegou a ser destaque na na mídia internacional.

Mas os mistério dos UFO ‘s de Ubatuba ainda continuam…

Porém, quase cinco décadas depois, o ufólogo Edison Boaventura Jr recebeu uma enigmática carta contendo quatro fragmentos do ovni acidentado em 1957. Ela foi enviada a ele por um homem que disse ser filho de um militar envolvido no caso.

Curioso para saber se o material realmente tinha relação com os fragmentos de Ubatuba, ele e o colega Josef David S. Prado, presidente da Rede Brasileira de Pesquisas Ufológicas, enviaram as peças para o Laboratório de Caracterização Tecnológica da Universidade de São Paulo (USP), afim de comprovar a natureza dos destroços.

Ao serem examinados pelo técnico responsável, chamado Antônio, ficou constatado que os materiais tinham 99,3% de pureza no magnésio. Algo impossível de ser achado no nosso planeta.

Agora, não restam dúvidas que os fragmentos são os mesmos recolhidos por turistas e pescadores na praia de Toninhas, nos anos 50.

Novos destroços analisados em 2017, pela Universidade de São Paulo, USP (Edson Boaventura Jr e Josef David S. Prado)

ANalises dos fragmentos do suposto disco voador de Ubatuba

Imagem: Edson Boaventura Jr e Josef David S. Prado

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Fragmentos do possível OVNI de Ubatuba

Laboratório de Caracterização Tecnológica, USP, onde as peças foram examinadas (Edson Boaventura Jr e Josef David S. Prado)

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Fragmento do pretenso UFO estudado em 1957 (Edson Boaventura Jr e Josef David S. Prado)

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No vídeo a seguir, os investigadores comentam o assunto e mostram em detalhes o método de verificação utilizado pela USP.

Apesar do incidente de Ubatuba não repercutir da mesma forma que o famoso caso Roswell (1947), ele apresenta características potencialmente mais impactantes que o antecessor, como depoimentos de testemunhas oculares e captação do material espacial por parte dos populares, o que não aconteceu na cidade norte-americana.

A análise e a confirmação científica por parte de uma das melhores universidade da América Latina também é outro fator importante para corroborar as alegações das testemunhas.

Abaixo, veja um breve documentário sobre o UFO de Ubatuba.

Porém, quase cinco décadas depois, o ufólogo Edison Boaventura Jr recebeu uma enigmática carta contendo quatro fragmentos do OVNI acidentado em 1957. Ela foi enviada a ele por um homem que disse ser filho de um militar envolvido no caso.

Curioso para saber se o material realmente tinha relação com os fragmentos de Ubatuba, ele e o colega Josef David S. Prado, presidente da Rede Brasileira de Pesquisas Ufológicas, enviaram as peças para o Laboratório de Caracterização Tecnológica da Universidade de São Paulo (USP), afim de comprovar a natureza dos destroços.

Ao serem examinados pelo técnico responsável, chamado Antônio, ficou constatado que os materiais tinham 99,3% de pureza no magnésio. Algo impossível de ser achado no nosso planeta.

Agora, não restam dúvidas que os fragmentos são os mesmos recolhidos por turistas e pescadores na praia de Toninhas, nos anos 50.

No vídeo a seguir, os investigadores comentam o assunto e mostram em detalhes o método de verificação utilizado pela USP.

Apesar do incidente de Ubatuba não repercutir da mesma forma que o famoso caso do OVNI de Roswell (1947), ele apresenta características potencialmente mais impactantes que o antecessor, como depoimentos de testemunhas oculares do OVNI e captação do material espacial por parte dos populares, o que não aconteceu na cidade norte-americana.

A análise e a confirmação científica por parte de uma das melhores universidade da América Latina também é outro fator importante para corroborar as alegações das testemunhas. Como mostram os resultados dos fragmento do possível disco voador.

Fontes: Portal Fenomenum e Assombrados

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