bolonaro demite ministro da saude

Qual o valor do salario do ministro da saúde?

Três ministros do governo de Jair Bolsonaro acumulam o salário com gratificações extras, os chamados jetons, recebidas de estatais e do sistema “S”, que recebe verbas públicas.

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), recebeu ao menos R$ 105 mil desde agosto do ano passado. O ministro da Ciência & Tecnologia, o astronauta Marcos Pontes, ganhou pelo menos R$ 43 mil. Segundo o site de transparência.

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi destaque nos noticiarios durante o mes de abril e maio, inicio da pandemia do novo Coronavírus. O Atrito do ministro da saúde com o presidente Jair Bolsonaro levantou diversas polemicas e discussões em todo o Brasil sobre o uso da cloroquina.

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Como a lei proíbe indicação de integrantes da esplanada dos ministérios para conselhos de estatais, o ex-ministro conseguiu uma boquinha no Conselho do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), que lhe garante extra de R$ 21 mil por mês e garante acréscimo de 67% no salário.

Mandetta era um dos ministros que faziam parte do seleto grupo de jair Bolsonaro a receber super salários.
 Mandetta, fazia parte do seleto grupo de servidores beneficiados pela farra dos jetons na gestão de Jair Bolsonaro.

Conforme o Portal da Transparência da União, o cargo de ministro lhe garante subsídio de R$ 30.934,70 por mês. Com o jetom de R$ 21 mil do Senac, ele acaba embolsando R$ 52.392,70 por mês.

O ex-ministro Mandetta recebeu jetons por meio do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem), também ligado à CNC.

Lá, participou de reuniões mensais do conselho fiscal, informou a Confederação. O órgão cuida da “probidade administrativa e transparência” da entidade.

Foram R$ 21 mil a mais mensais no salário do ministro todo mês. Os valores foram depositados entre agosto e dezembro de 2019. O portal da Transparência não está atualizado com informações deste ano. Portanto, o ministro recebeu pelo menos R$ 105 mil até agora, antes de sua demissão. O que demonstra ser pratica comum dos ministros do governo.


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A prática foi duramente criticada nas gestões petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e de Michel Temer. Para dar a volta sobre a lei salarial dos políticos, o Congresso Nacional aprovou lei que proíbe a indicação de políticos, ministros e sindicalistas para conselhos em estatais.

Para tentar a utilização política dos cargos, o Governo passou a exigir reputação ilibada, notório conhecimento, experiência na área de atuação e formação acadêmica compatível com o cargo.

Governo retira site da cobertura COVID-19 do ar

Segundo informações do próprio governo federal, o site do ministério da saúde foi retirado do ar a pedido do atual ministro da saúde, Eduardo Pazuello. Importante apontar que neste mesmo dia o Brasil registrou mais de 35.000 mortes pelo COVID-19, fato que, repercute pelo mundo.

Resumindo, ser honesto e ter qualificação para o cargo.

Responsável por sancionar a lei, Temer foi o primeiro presidente a encontrar brecha para premiar um fiel escudeiro. Ele nomeou o ex-ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, para o Conselho de Administração da Itaipu lá no passado, durante seu governo. Bastava apenas que Marun participasse apenas 2 vezes por mes em reuniões do conselho para o emedebista receber R$ 27 mil por mês.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região considerou legal a nomeação de Marun. Para a turma, pelo placar de 2 a 1, Itaipu não se enquadra na Lei das Estatais.

Bolsonaro encontrou nos conselhos das entidades do chamado Sistema S a brecha para indicar ministros. Esse foi o caso do ex-ministro Mandetta, que é médico ortopedista e réu por improbidade administrativa no Escândalo Gisa. Ele é investigado ainda por fraude e peculato na instalação do sistema, que nunca funcionou e custou R$ 8,1 milhões aos cofres públicos há 10 anos.

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