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Porta aviões nuclear dos EUA volta aos mares nesta semana

O USS Theodore Roosevelt estava ancorado na base naval e aérea do pacifico, ilha de GUAM, território marítimo dos EUA. Diversos marinheiros foram infectados pelo Coronavírus.

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O Navio de guerra ficou quase 2 meses ancorado em Guam após um rápido crescimento de contagio do novo Coronavírus entre seus tripulantes.

Segundo a própria US NAVY, foram quase 3.000 marinheiros infectados pela COVID-19 a bordo do porta aviões.

Um oficial da US NAVY disse a imprensa que os preparativos finais para a volta do USS Theodore Roosevelt estão quase finalizados. Enquanto ancorado na base naval norte americana, apenas equipes essenciais foram mantidas a bordo, principalmente na manutenção dos reatores nucleares.

Como a pandemia afetou o porta aviões da Marinha dos EUA?

Um porta aviões, como qualquer outro tipo de embarcação é muito vulnerável à infecções, o USS Theodore Roosevelt possui 303 metros de comprimento, o que é pouco mediante a quantidade de corredores, salas, escritórios e compartimento que os tripulantes tem que conviver por semanas seguidas.

Porta aviões dos EUA volta após pandemia do coronavírus
Diversos marinheiros do navio de guerra foram infectados pelo Coronavírus. Imagem: US NAVY.

Geralmente os tripulantes possui suas salas e quartos particulares, porto outro lado, é muito comum que um porta aviões exige que diversas pessoas dividem o mesmo local fechado por longos períodos para manter o poder de fogo militar da embarcação e suas operações essenciais.

Assim como um navio de cruzeiro, por exemplo, os marinheiros geralmente realizam suas alimentações em refeitórios a bordo. E assim, o fácil contato entre os tripulantes dissemina a propagação de qualquer vírus. Ainda mais um vírus com poder de contagio alto como o novo Coronavírus.

A programação da US Navy para o retorno do navio de guerra após o Coronavírus

O capitão do USS Theodore Roosevelt, Carlos Sardiello disse em entrevista o que aconteceu com o porta aviões: “O USS Theodore Roosevelt irá voltar a operar com 3.000 tripulantes, porém, no momento, 1800 marinheiros ainda permanece em Guam, cumprindo a quarentena de 14 dias após o contagio com o COronavírus.”

Ele complementou; “Recentemente mais 14 tripulantes foram testado positivo para o COVID-19 após o retorno ao navio de guerra. Essa situação nos mostrou a grande dificuldade em lidar com o coronavírus e com a saude das pessoas a bordo”. Enfatizou o capitão Sardiello.

O plano exato de como será o retorno do navio de guerra não foram detalhado a imprensa, na sua coletiva. Por outro lado, outros oficiais da marinha dos EUA disseram que o porta aviões irá retornar aos mares em poucos dias.

Caso tudo ocorrer bem, o navio de guerra irá continuar suas operações de patrulha no pacifico. Região, que, ultimamente, conviveu com um movimento militar crescente.

Porta aviões Theodore Roosevelt irá voltar aos mares após pandemia do coronavirus
Caça F-18 decolando do USS Theodore Roosevelt Imagem: USNAVY

Segundo os oficiais, se tudo ocorrer bem os planos são navegar de volta a base operacional do USS Theodore Roosevelt, San Diego, Califórnia. Tal oficial pediu anonimato a uma agência de noticias internacional.

O Capitão Sardello, ao ser questionado se o navio estará pronto para entrar em condições de uma possível batalha, ele respondeu; ” Vocês acham que eu tenho uma bola de cristal? Eu não tenho! Mas eu acredito que estamos acertando nas medidas para obter o sucesso de trazer de volta o USS Theodore Roosvelt a suas operações.”

Ele finalizou; ” Nós estamos voltando aos mares e indo cumprir com nossa missão.”

A renuncia do secretário da Marinha dos EUA

o secretário de atividades da marinha dos Estados Unidos havia renunciado sua posição devido a pandemia que ocorreu no USS Theodore Roosevelt, trazendo mais tensões e duvidas relacionado ao poder militar dos Estados Unidos.

Diante tal fato, em anuncio realizado, o secretário de defesa Mark Esper disse que Modly saiu em comum acordo com a marinha. “Ele colocou a marinha e os marinheiros acima de tudo e até dele mesmo” disse, Esper.

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